Em finais de semana, datas
comemorativas e feriados o índice de acidente de trânsito aumenta. Segundo
informações da Polícia Rodoviária, os acidentes mais comuns nos feriados são as
colisões traseiras, as batidas lado a lado, e as batidas da frente ou da traseira
de um veículo com a lateral de outro. As ocorrências que mais resultam em morte
são as colisões frontais, as batidas lado a lado ou quase de frente e os
choques, estes quando o veículo bate num objeto ou em outro carro parado. O
horário de maior incidência está entre 16 horas e meia-noite do dia do retorno
para casa. Segundo o presidente do Conatran – Conselho Nacional de Trânsito –
Alfredo Peres da Silva, a redução das lesões e mortes no trânsito é um desafio
mundial. Mais de um milhão de pessoas de todas as nações são vítimas fatais de
acidentes de trânsito. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), há
cinco fatores que causam o maior número de mortes e lesões no trânsito entre os
quais está a não utilização do cinto de segurança, outros fatores são: a imprudência
e o consumo de bebidas alcoólicas antes do motorista dirigir e durante ele
estar dirigindo.
Cai o número de mortes em
acidentes nas estradas no feriado
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou uma
queda de 19,7% no número de mortes nas estradas federais do país, no fim de
semana prolongado pelo feriado de Nossa Senhora Aparecida. Entre meia-noite de
quinta-feira (11) e meia-noite de domingo, foram 2.544 acidentes com 94 mortes
nas rodovias de todo o país, 19,7% a menos que o registrado no feriado de Sete
de Setembro, quando 117 pessoas morreram nas estradas brasileiras. Os estados
onde ocorreram maior redução do número de vítimas fatais foram: Santa Catarina,
Paraná, Rio de Grande do Norte, Pará e Rio de Janeiro. Os números da PRF
mostram que os acidentes foram menos violentos, deixaram menos vítimas fatais.
Porém, cresceu a quantidade de veículos envolvidos em ocorrências nas estradas,
passou de 2.442, no último feriado de Sete de Setembro para 2.544 (4%), de uma
frota nacional de 74.272 milhões veículos.
Taís Calado
Assessoria
de Comunicação Social Ministério
das Cidades
ENTÃO FICA A DICA: SE FOR DIRIGIR NÃO BEBA
Mas se preferir escolha sua carona para voltar para casa:

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