quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Uma boa ideia!


           
         Se tornar um ciclista regular é benéfico não só para o meio ambiente, mas para a saúde como um todo. De bicicleta é possível uma maior interação entre indivíduos, não estando cada um em seu carro, no seu cubículo. Muitas campanhas de incentivo a adesão de bicicletas como meio de locomoção a curtas e médias distâncias estão fazendo um aumento no número de ciclisatas nas ruas e avenidas brasileiras. 
           Não é difício se tornar um ciclista. Não necessita de habilitação, nem burocracia, apenas obedecer algumas regras de tânsito simples e saber sinalizar corretamente.
        
                                                                      

           Os acidentes com ciclistas em sua maioria decorren geralmente por erros dos própios ciclistas e da negligência de motoristas. Colocamos dicas de como se portar na hora de pedalar:


pedalar tranquilo

            Acredite no que a prática de mais de 100 anos diz. Segurança no trânsito, de verdade, é construída a partir da experiência, que vira estatísticas, o que permite construir uma ciência, que acaba mostrando o que é de fato seguro ou não. Isto vale para os condutores de todos veículos, incluindo o ciclista. Lendo documentos oficiais e de especialistas, do mundo inteiro, é possível afirmar sobre a segurança no trânsito do ciclista que:

1. A maioria dos acidentes é causada pelo próprio ciclista. Quase todos acidentes tem responsabilidade direta ou indireta do próprio condutor; por distração, desrespeito a sinalização, falha mecânica, erro de cálculo, falta de bom senso...

2. Praticamente todos acidentes envolvendo ciclistas acontecem em cruzamentos e esquinas. Colisão lateral é uma das principais causas de mortes de ciclistas.

3. Colisão por trás é fato raro. Aumenta quando o ciclista pedala em avenidas, vias expressas e estradas.

4. Pedalar na contra-mão é a situação mais perigosa para o ciclista e em caso de acidente normalmente acaba em sequelas graves, irreversíveis, ou morte.

5. Ciclista que veste roupas claras ou chamativas e sinaliza suas intenções, diminui sensivelmente a possibilidade de acidente.

6. Boa parte dos acidentes são causados por falha na manutenção da bicicleta.

7. Pedalar completamente relaxado acreditando que ciclovias e ciclofaixas são completamente seguras é causa de vários acidentes. O número de colisões entre ciclistas é significativo.

8. Atropelamento de pedestres por bicicletas é fato comum, principalmente quando o pedestre cruza a rua, ciclovia ou ciclofaixa. Normalmente causa lesões, até graves, para os dois, pedestre e ciclista.                                                                                                                                                                  
o que nunca fazer


 1- Nunca pedale na contra-mão, a não ser que esteja sinalizado2- Não pedale onde o motoristas não o pode ver
3- Nunca entre com tudo nos cruzamentos, esquinas ou saídas de estacionamentos
4- Nunca force uma situação contra um carro, moto ou ônibus
5- Não pedale muito perto ao meio fio 
6- Não fique o tempo todo olhando para trás,  somente o tempo necessário para perceber otrânsito no caso de necessidade de mudança de direção ou faixa. Preocupe-se com o que vem pela frente




  
            Sem uma bicicleta apropriada para o tipo físico do ciclista é impossível pedalar de maneira correta. Esta questão é absolutamente básica e essencial para o bem-estar e segurança de quem pedala.

O teste do bafômetro e o direito à sua recusa

O teste do bafômetro é a forma com que podemos manter o respeito à lei seca e não apenas isso , mas também a punição que o descumprimento a lei prevê.A não-obrigatoriedade do teste do bafômetro gera impunidade, pois mais pessoas dirigem bêbadas sabendo que não precisaram fazer o teste do bafômetro. Isso acaba provocando mais acidentes e mais mortes.Mas por que as pessoas recusam? Qualquer pessoa pode se negar a passar pelo teste. Esse direito existe porque, segundo a lei brasileira, ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo. 
O promotor de Justiça David Medina da Silva, coordenador do Centro de Apoio Criminal, discorda desse direito da recusa do teste do bafômetro. Ele diz: "O policial não pode deixar uma pessoa embriagada dirigindo. Há um exagero nesta questão de não poder produzir provas contra si. Nossos juízes, nossos desembargadores, estão levando isso ao extremo. É um exagero de interpretação para proteger pessoas que expõem a perigo os outros". 
Dependendo do estado, pode haver uma punição para quem se recusar a fazer o teste do bafômetro. Em São Paulo, por exemplo, a Secretaria de Segurança Pública informa que quem se negar a passar pelo bafômetro será autuado e conduzido a uma delegacia, onde assinará um termo circunstanciado. Antes de ser liberado, é levado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame clínico. Para reaver a carteira, diz o Detran-SP, é preciso entrar com recurso contra a autuação. No Rio, a pessoa é liberada no local onde foi parada e, em caso de autuação, tem a carteira retida e poderá reavê-la em até cinco dias. 
Quem se recusar a fazer o teste do bafômetro tem a opção de fazer um exame de sangue. Mas esse teste é desnecessário, pois o bafômetro é suficiente para incriminar ou inocentar alguém em um tempo muito mais curto e com um gasto menor. Quando um suspeito de embriaguez se recusa a fazer esses dois testes, ele é submetido ao exame de um médico legista, que avaliará sua embriaguez ou não. 
Antigamente, a palavra do policial era prova suficiente para incriminar uma pessoa de estar dirigindo bêbada. O teste do bafômetro servia como contra-prova, ou seja, se um indivíduo fosse acusado por um policial de estar dirigindo embriagado, ele fazia o teste para comprovar que o nível de álcool em seu sangue estava abaixo do limite estipulado na lei. Caso se negasse a fazer o teste, ou este indicasse embriaguez, o sujeito sofreria as devidas punições. O juiz Vinícius Borba Paz Leão, da 1ª Vara Criminal de Ijuí, diz:  "Bastaria que se admitisse como era antes, valendo a prova do agente sobre o estado de embriaguez da pessoa".

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Curiosidades e estatísticas sobre acidentes de trânsito


Não há um dia sequer que se passe e não haja notícias sobre acidentes de trânsito. Segundo dados fornecidos pelo DETRAN mais de 30 mil pessoas morrem no trânsito todos os anos - são mais de 80 pessoas por dia, ou 1 a cada 18 minutos.
Várias estatísticas relevantes, que dizem respeito a todos os tipos de acidentes causados no trânsito, servem como alerta para que se perceba até mesmo os mínimos deslizes que implicam em acidentes. Além do mais, as curiosidades relatadas a seguir podem servir como incentivo para que as pessoas tomem mais cuidados e preservem a segurança no trânsito.
Um dos fatos mais curiosos é que a maioria das colisões ocorre em velocidade entre 40 e 50 km/h, portanto, apenas manter-se em velocidade relativamente baixa não descarta a possibilidade de que aconteça qualquer acidente.
Outros dados relevantes confirmam que o acidente de trânsito é o segundo maior problema de saúde pública do Brasil, perdendo apenas para a desnutrição e que o trânsito é a terceira causa de morte do país ficando atrás apenas das doenças do coração e do câncer.

A empresa Opinion Research Corporation International publicou uma pesquisa revelando que 76% dos motoristas confessam ter o mau hábito de se distrair com outras atividades enquanto dirigem. Segundo relatos as situações que mais causam acidentes ou sustos no trânsito são as seguintes:

* Separando uma briga dos filhos - 26%
* Apagando cigarro - 22%
* Usando o laptop - 21%
* Conversando com um passageiro - 18%
* Falando ao celular - 13%

Mesmo havendo todo o incentivo à segurança no trânsito, as estatísticas de acidentes no trânsito só serão reduzidas quando todos tiverem plena consciência de quão perigosa a direção imprudente pode ser. Por isso, sempre vale a pena pedir para que sempre se mantenha atento à sua e à direção dos demais, para evitar atropelamentos, batidas mais leves e principalmente as colisões fatais, preservando a sua vida e as que estão ao seu redor.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Valorize a Vida

           
cinto de segurança

        Não basta somente ter cuidado com o que você faz no trânsito, mas sim principalmente com os outros que estão ao seu entorno. Não sabemos o momento em pode ocorrer um acidente, assim devemos sempre estar preparados, salvando as nossas vidas e as das pessoas que amamos.O cinto de segurança é o meio mais eficaz para reduzir os riscos de ferimentos e mortes em acidentes de trânsito. Um mecanismo simples e que salva muitas vidas.
        
   
          O cinto não é somente para o motorista e seu carona, no banco de trás é imprescindível o uso do cinto pelos passageiros e também previsto por lei. Uma das maiores montadoras de carros do país, fez uma simulação que constatou que, se uma pessoa de 60 kg for arremessada de um carro a uma velocidade de 60 km/h esse corpo fará uma colisão com a força de uma tonelada aproximadamente, sendo impossível a não ocorrência de uma morte instantânea em tal situação.
            

            O CINTO DE SEGURANÇA:

  • O cinto dá firmeza, mantém o motorista na posição correta de dirigir e ameniza o cansaço à direção;
  • A probabilidade de sobrevivência com o cinto é 5 vezes maior do que sem ele, em caso de acidentes;
  • Deve-se habituar as crianças a usarem o cinto. Os bons hábitos devem começar na infância;
  • Deve-se colocar o cinto sempre, mesmo para pequenas distâncias. Imprevistos não têm hora;
  • É importante exigir que todos os passageiros do carro, inclusive aqueles que viajam no banco traseiro, usem o cinto de segurança. O condutor é responsável pela segurança de todos;
  • O uso do cinto reduz em 40% os riscos de morte e lesões graves em acidentes de trânsito;
             Exelente video de conscientização, assista. - http://www.youtube.com


            Trânsito é coisa séria, a sua segurança dever vir sempre em primeiro lugar. Fique atento e seja prudente!




Feriados



Em finais de semana, datas comemorativas e feriados o índice de acidente de trânsito aumenta. Segundo informações da Polícia Rodoviária, os acidentes mais comuns nos feriados são as colisões traseiras, as batidas lado a lado, e as batidas da frente ou da traseira de um veículo com a lateral de outro. As ocorrências que mais resultam em morte são as colisões frontais, as batidas lado a lado ou quase de frente e os choques, estes quando o veículo bate num objeto ou em outro carro parado. O horário de maior incidência está entre 16 horas e meia-noite do dia do retorno para casa. Segundo o presidente do Conatran – Conselho Nacional de Trânsito – Alfredo Peres da Silva, a redução das lesões e mortes no trânsito é um desafio mundial. Mais de um milhão de pessoas de todas as nações são vítimas fatais de acidentes de trânsito. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), há cinco fatores que causam o maior número de mortes e lesões no trânsito entre os quais está a não utilização do cinto de segurança, outros fatores são: a imprudência e o consumo de bebidas alcoólicas antes do motorista dirigir e durante ele estar dirigindo. 










Cai o número de mortes em acidentes nas estradas no feriado
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou uma queda de 19,7% no número de mortes nas estradas federais do país, no fim de semana prolongado pelo feriado de Nossa Senhora Aparecida. Entre meia-noite de quinta-feira (11) e meia-noite de domingo, foram 2.544 acidentes com 94 mortes nas rodovias de todo o país, 19,7% a menos que o registrado no feriado de Sete de Setembro, quando 117 pessoas morreram nas estradas brasileiras. Os estados onde ocorreram maior redução do número de vítimas fatais foram: Santa Catarina, Paraná, Rio de Grande do Norte, Pará e Rio de Janeiro. Os números da PRF mostram que os acidentes foram menos violentos, deixaram menos vítimas fatais. Porém, cresceu a quantidade de veículos envolvidos em ocorrências nas estradas, passou de 2.442, no último feriado de Sete de Setembro para 2.544 (4%), de uma frota nacional de 74.272 milhões veículos. 
Taís Calado
Assessoria de Comunicação Social Ministério das Cidades






ENTÃO FICA A DICA: SE FOR DIRIGIR NÃO BEBA


Mas se preferir escolha sua carona para voltar  para casa:






Cérebro Sobrecarregado

    Falaremos agora sobre a realização de atividades simultâneas ao ato de dirigir, como fumar e falar ao telefone. Alguns desses procedimentos que requerem atenção demasiada do motorista podem ser responsáveis por acidentes graves, por justamente desviarem o cérebro do indivíduo para o que é mais importante no momento: o trânsito. Além disso, há tarefas que são compatíveis e podem ser feitas enquanto se está no volante:
 Grau de incompatibilidade de 1 a 5
 Dirigir e...
Fumar- incompatibilidade 2
o fumante leva o cigarro à boca em um gesto automático, assim como o motorista experiente, que não precisa refletir sobre cada movimento ao volante. Quando ocorre um imprevisto, porém, o cérebro joga a atenção para uma situação de perigo iminente- como uma brasa caída dentro do veículo- o que aumenta os riscos de acidente.

Ouvir música-incompatibilidade 2
a combinação funciona porque a música pode ativar o funcionamento do lobo parietal, responsável pelas noções espaciais. Por se tratar de uma atividade que não requer interação, quando é necessário, o cérebro "desliga" a música rapidamente. Na estrada a música afasta o sono ao manter ativado o sistema nervoso sensorial.

Conversar com o passageiro-incompatibilidade 3
ao volante, a atenção é ampliada para todas as direções: à frente e ao redor do veículo. Concentrar-se numa conversa enquanto dirige requer um esforço dobrado dos lobos frontais. Isso diminui a atenção dispensada ao trânsito e prejudica o reflexo em situações inesperadas. Por outro lado, o passageiro interrompe a conversa assim que surge um imprevisto, ao contrário do que faria um interlocutor pelo telefone.

Falar ao celular- incompatibilidade 4
o celular rouba as habilidades do motorista ao reduzir as funções cerebrais no lobo occipital, que processa as informações visuais, e o lobo parietal, responsável pela orientação espacial e navegação. Um estudo realizado pela Universidade Carnegie Mellon mostrou que há uma redução de 37% da concentração do motorista, que reage mais lentamente, altera a velocidade do veículo sem perceber e ignora as placas de trânsito. Pior ainda é digitar mensagens SMS: equivale a dirigir alcoolizado.

Ver TV digital ou DVD- incompatibilidade 5
o cérebro não é capaz de realizar simultaneamente duas atividades que exigem concentração e reflexão. Além disso, a tela oferece estímulos visuais e auditivos, o que torna mais lenta as reações em situações de perigo no trânsito.




Fonte: Veja, 08/09/2010

domingo, 28 de outubro de 2012

Um pouco de história: Ford T



   O Ford T foi o principal produto que popularizou o automóvel, revolucionando a indústria automobilística da época, sendo uma das marcas do início do século XX. Ainda no século XIX, houve a chamada 2ª Revolução Industrial, que ocorreu em diversos países da Europa e nos EUA,o que possibilitou o surgimento de diversos componentes que seriam necessários para a criação do carro. Dentre eles o motor de combustão interna.
     Em 1 outubro de 1908, a Ford lançou no mercado dos Estados Unidos, o modelo , confiável, robusto, seguro, simples de dirigir e principalmente barato.
     Qualquer um era capaz de dirigi-lo ou consertá-lo, sem precisar de motorista ou mecânico. Como diríamos hoje em dia, numa expressão atualmente em voga, era um produto user-friendly.
    Em 1913, Henry Ford incrementou sua produção, ao lançar em prática o conceito do fordismo, que é a produção em série, em massa, muito bem retratado em filmes como Tempos Modernos, em que cada operário é responsável pelo encaixe de cada peça.
      Com estas inovações, em vez de um operário ficar responsável pela produção de todas as etapas de um carro, várias pessoas ficavam responsáveis pela produção de etapas distintas de vários carros. Henry Ford criou um engenhoso sistema de esteira, que movimentava o carro em produção em frente aos operários, para que cada um executasse a sua etapa. Isto aumentou em muito a produtividade, pois um carro ficava pronto a cada minuto.
        Em conseqüência, o custo de cada unidade caiu em relação aos concorrentes existentes no mercado. E a queda de preço foi constante: em 1908, ano de seu lançamento, a unidade custava US$ 850; em 1927, último ano de sua fabricação, o preço havia despencado para US$ 290.
     Por estas razões, o T conquistou o público americano e de outros países. Em 1914 é iniciada sua fabricação na Argentina. Em 1917, é lançado o caminhão Modelo TT. Em 1919, a Ford se torna o primeiro fabricante de automóveis no Brasil, com a produção do carro e do caminhão dessa linha. Em 1920, mais da metade dos veículos que circulavam ao redor do mundo eram modelos T e podiam ser vistos até em países distantes como Turquia e Etiópia
     Assim, o Ford T daria início a era dos automóveis, por ser de baixo custo e acessível a muitos , provocando o grande aumento do número de carros nas ruas. A partir daí, teríamos um novo principal meio de transporte, cujo uso aumentaria desgovernadamente ao longo do século XX, levando à situação que temos hoje nas estradas, engarrafamentos e etc. Mas sem dúvida esse fato levaria a muitas outras revoluções importantes na sociedade ,como na melhoria dos transportes em relação ao conforto e agilidade.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ford_Model_T